Chegando à época das anonas cá na região, decidimos aproveitar este fruto para analisar o seu poder antioxidante. Deste modo, também seleccionamos as caiotas ou chuchu (nome conhecido em outras zonas do país e no Brasil).
Annona cherimoya, conhecida simplesmente como anona, é uma espécie nativa da América Central, sendo o fruto de cor verde e com pequenas “depressões” e o seu interior branco com sementes pretas. Estas últimas são tóxicas uma vez ingeridas, daí servirem de insecticida natural. É um fruto rico em fósforo, ferro e vitamina C.
Sechium edule, conhecida como caiota, é uma espécie das família das cucurbitáceas (plantas rastejantes e trepadeiras, como a abóbora, o pepino, o melão, entre muitos outros) também nativa da América Central e considerada como um fruto devido ao facto das suas sementes estarem incorporadas por uma parte comestível. É rico em fibras, potássio e vitaminas A e C. Toda a planta é comestível.
Procedeu-se então da mesma forma do que as frutas anteriores para a extracção de compostos antioxidantes em metanol e filtração (para os mais esquecidos –> 2º Etapa – Metanol e Filtração). Como as caiotas são consumidas maioritariamente cozidas, decidimos fazer dois extractos para tal, um com este fruto cozido e outro deste fruto ao natural.
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